sexta-feira, 6 de junho de 2008

Um coração de adorador

Meditando esses dias que fiquei em casa devido a conjuntivite, um pensamento dominou minha mente, o ter um coração de adorador, mente de adorador, espírito de adorador e atitudes de um adorador.
O que atrai a presença do Pai é nosso coração manso e desprendido, não há como ser adorador sem ser manso de espírito, e manso significa reconhecimento de que sem Ele nada somos e nada do que fizermos tem valor se Ele não for o centro, é ter a consciência de que Deus olha para o nosso coração. É interessante, quando tocamos ou cantamos, tentamos fazer o melhor, o que é bom, porém se não estivermos atentos acabamos nos tornando muito técnicos, esquecemos que Deus tem interesse primeiro no louvor que sai de dentro nosso coração, é lá que Ele olha primeiro quando ministramos, é de lá que sai o som que Deus quer ouvir de seus filhos, antes de chegar aos lábios ou nos instrumentos, Deus ouve os acordes e melodia do coração.
Quando estamos no templo, devemos lembrar de um fato, que só existimos para glorificar aquele para quem o templo existe, o lugar em si nada é sem o responsável pela existência do lugar. Corremos o risco de esquecer o motivo pelo qual entramos pelas portas da igreja, caímos na rotina e achamos tudo normal, e Jesus fica esquecido.
Um adorador que atrai a presença do Pai, que deseja se entregar mais a cada dia, que espera ouvir a doce voz do Pai ansiosamente.

Meu desejo e oração nestes dias são de ter um coração de adorador que refletirá nas demais áreas da vida, atraindo a presença de Deus em cada passo do caminhar.
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